vídeo explicativo sobre marcação, bem detalhado para entendimento no jogo.
sábado, 6 de outubro de 2012
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
voce quer ser jogador de futebol????
Um bom vídeo pra mexer com aqueles que querem, querem querem mas não fazem nada por merecer
o penalti perfeito
matéria onde mostra cientificamente a arte da cobrança de pênalti desconsiderando o dito popular que a cobrança é uma loteria. um bom vídeo para aprender sobre futebol.
domingo, 30 de setembro de 2012
MOVIMENTAÇÃO DEFENSIVA NO FUTSAL
NESTE VÍDEO ILUSTRATIVO, A ESPANHA TIME VERMELHO EXECUTA A MARCAÇÃO LOSANGO, FECHANDO O MEIO DA QUADRA, NOTEM A MOVIMENTAÇÃO DE TODA EQUIPE, O FECHAMENTO DAS DIAGONAIS. LEMBRANDO SEMPRE QUE ESTAMOS NA DEFESA QUANDO O ADVERSÁRIO ESTÁ COM A BOLA. E TODOS OS ATLETAS DEVEM MARCAR.
MOVIMENTOS DEFENSIVOS NO FUTEBOL
NESTE VÍDEO, VEREMOS A MARCAÇÃO EM ZONA NUM SISTEMA 4.4.2 DUAS LINHA DE 4. NOTEM A MOVIMENTAÇÃO FEITA POR TODA A EQUIPE PRINCIPALMENTE O HOMEM FORA DO RAIO DA BOLA, LEMBRANDO SEMPRE QUE A EQUIPE SE ENCONTRA EM DEFESA QUANDO ESTA ESTÁ SEM A BOLA O VÍDEO ILUSTRA BEM AS AULAS DE MARCAÇÃO.
domingo, 12 de agosto de 2012
MÉXICO SURPREENDE O MUNDO E VENCE A FINAL FUTEBOL MASCULINO
O choque que paralisou o Brasil
(FIFA.com) Sábado 11 de agosto de 2012
Quando o final, além de infeliz, não é exatamente inédito, é difícil querer que se enxergue o lado bom de uma história. Difícil, portanto, que os brasileiros valorizassem sua campanha e quanto, pela primeira vez, a Seleção dirigida por Mano Menezes ficou mais perto de ter uma identidade durante os Jogos Olímpicos de Londres 2012. Não depois da dolorida queda por 2 a 1 para o México neste sábado em Wembley – a terceira final olímpica da história do Brasil e sua terceira derrota, como em Los Angeles 1984 e Seul 1988.
Uma derrota que dói mais sabendo que começou a ser decidida num susto; numa desatenção nos primeiros segundos de jogo – um passe errado de Rafael que resultou no gol de Oribe Peralta - e que mudou a cara de toda a partida. “Todo mundo que joga futebol sabe que uma final se decide nos detalhes, e hoje foi isso que aconteceu”, lamentou Neymar, um dos mais abatidos depois da cerimônia de entrega das medalhas. “Perder assim é muito duro, mas serviu para tirarmos a experiência de jogar uma Olimpíada e para aprender com esta final, mesmo com a derrota.”
O golpe foi evidente: depois de levar o gol aos 29 segundos, a Seleção Brasileira absolutamente paralisou. O choque secou qualquer possibilidade de criatividade da equipe que marcara três gols em cada uma das cinco partidas anteriores. “Tomar o gol cedo assim não é fácil. Claro que a gente sentiu”, admitiu Oscar. “Depois, perdemos várias chances de empatar e não conseguimos. No segundo tempo, começamos com tudo e, no meio da pressão, sofremos outro gol. Praticamente entregamos os dois gols ao México, que é uma boa equipe, aproveitou as chances e mereceu.”
Apesar da dificuldade de focalizar no futuro, e não na derrota do presente, os brasileiros também sabem que as cinco vitórias e uma derrota nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 podem ter trazido bons indícios para a Seleção pensando na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. “Claro que o saldo daqui é positivo. Agora é duro pensar nisso, mas ele é. A gente ganhou uma medalha com um grupo jovem, que tem muito a crescer”, assegurou Marcelo, um dos vários brasileiros que procurou isentar o lateral-direito Rafael da responsabilidade principal pela derrota. “Claro que a gente deu mole, mas, se a gente errou, errou todo mundo. Do mesmo modo que, se alguém marcasse o gol da vitória, o gol era de todo mundo.” Ou, como resumiu um Neymar cabisbaixo: “Não adianta ficar vendo onde errou. Já foi. A vida segue.”
Uma derrota que dói mais sabendo que começou a ser decidida num susto; numa desatenção nos primeiros segundos de jogo – um passe errado de Rafael que resultou no gol de Oribe Peralta - e que mudou a cara de toda a partida. “Todo mundo que joga futebol sabe que uma final se decide nos detalhes, e hoje foi isso que aconteceu”, lamentou Neymar, um dos mais abatidos depois da cerimônia de entrega das medalhas. “Perder assim é muito duro, mas serviu para tirarmos a experiência de jogar uma Olimpíada e para aprender com esta final, mesmo com a derrota.”
O golpe foi evidente: depois de levar o gol aos 29 segundos, a Seleção Brasileira absolutamente paralisou. O choque secou qualquer possibilidade de criatividade da equipe que marcara três gols em cada uma das cinco partidas anteriores. “Tomar o gol cedo assim não é fácil. Claro que a gente sentiu”, admitiu Oscar. “Depois, perdemos várias chances de empatar e não conseguimos. No segundo tempo, começamos com tudo e, no meio da pressão, sofremos outro gol. Praticamente entregamos os dois gols ao México, que é uma boa equipe, aproveitou as chances e mereceu.”
Apesar da dificuldade de focalizar no futuro, e não na derrota do presente, os brasileiros também sabem que as cinco vitórias e uma derrota nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 podem ter trazido bons indícios para a Seleção pensando na Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014. “Claro que o saldo daqui é positivo. Agora é duro pensar nisso, mas ele é. A gente ganhou uma medalha com um grupo jovem, que tem muito a crescer”, assegurou Marcelo, um dos vários brasileiros que procurou isentar o lateral-direito Rafael da responsabilidade principal pela derrota. “Claro que a gente deu mole, mas, se a gente errou, errou todo mundo. Do mesmo modo que, se alguém marcasse o gol da vitória, o gol era de todo mundo.” Ou, como resumiu um Neymar cabisbaixo: “Não adianta ficar vendo onde errou. Já foi. A vida segue.”
sábado, 24 de março de 2012
terça-feira, 15 de novembro de 2011
As exigências físicas do futebol moderno eo rendimento da atleta sob treinamento específico
autora Lu castro
Dentro da série de assuntos tratados junto ao Dr. Paulo Roberto, do Centro de Medicina Esportiva do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Fisiologista/FIFA), especulamos sobre qual é o perfil de atividade e a carga física que são submetidas as jogadoras de elite do futebol feminino mundial durante as partidas, e como funciona a relação entre o estado de treinamento e o desempenho correspondente às necessidades do futebol. 
Atualmente as pesquisas mostram que a distância total percorrida durante uma partida de futebol feminino é muito semelhante a do futebol masculino, ou seja, a média é de 10,3 km (variação: 9,7-11,3 km) exigindo grande desenvolvimento aeróbio para suportar o jogo de alta intensidade.
A diferença básica do futebol feminino em relação ao masculino reside na maior intensidade dos deslocamentos realizado pelos homens, mas a distância atingida ao final de uma partida é comparável, ou seja, o ritmo das mulheres é mais lento.
As jogadoras de hoje realizam piques em média 125 vezes (variação: 72-159 vezes) com piques demorando de 2,3'' cada estímulo (variação: 2,0-2,4 seg). A mulher futebolista realiza aproximadamente mais de 1300 tipos de deslocamentos em média demorando 4'' para cobrir a distância entre 9 e 11 km percorridos. O batimento cardíaco médio no pico do esforço durante a partida foi de 167 batidas por minuto (bpm) (variação:152-186 batimentos) e 186 batidas (variação: 171-205 batimentos), respectivamente, correspondendo a 87% (81-93) e 97% (96-100) do batimento cardíaco máximo do coração. Portanto, o desgaste cardiovascular é alto.
A média de consumo máximo de oxigênio pulmonar (VO2max), ou seja, o fôlego respiratório máximo foi de 49,4 mL de oxigênio (variação: 43,4-56,8) medido na esteira ergométrica dentro do laboratório de fisiologia.
As jogadoras consideradas de alto nível correm 28% mais em alta intensidade do que aquelas de nível mais baixo, ou seja, elas correm apenas 24%, dão menos piques. As jogadoras de defesa normalmente realizam menos estímulos de alta intensidade de corrida do que as meio-campistas e as atacantes, e bem menos piques (sprints) que as atacantes.
Assim podemos dizer que as jogadoras internacionais de alto nível executam mais estímulos de alta intensidade de corrida do que jogadores de um nível inferior. A diferença em intensidade alta de jogo verificada entre jogadoras de elite e de não elite, demonstra a importância do exercício intermitente para o desempenho no jogo de futebol das mulheres. Assim, estes aspectos devem ser treinados intensivamente no futebol feminino.
Luciane de Castro é colaboradora do portal Futebol Feminino Profissional e mantém um blog pessoal "Medo e Delírio" com pensamentos do dia-a-dia. Você também pode segui-lá no twitter @Lu_dCastro
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Princípios de Ataque
Considera-se que uma equipe se encontra em condição de ataque quando esta se encontra de posse da bola, tendo como objetivo mantê-la, progredir no terreno e finalizar, ou seja, tentar marcar gol na baliza do adversário. Para que estes objetivos possam ser atingidos há que respeitar um conjunto de princípios.
1- Penetração: quando um jogador se encontra de posse da bola, a sua primeira preocupação deverá chutar a gol, ou então, se estiver de espaço livre, progredir para gol do adversário para ganhar espaço e obter vantagem numérica.

2- Ajuda/ Cobertura Ofensiva/ Apoio: sempre que um jogador se encontra de posse da bola, deverá ter na retaguarda um companheiro
(2° atacante) como forma de apoio ao portador da bola e também, com função de contribuir para balanço ofensivo.

3- Equilíbrio: a criação do desequilíbrio no ataque é feita através de movimentações que levem à ocupação de espaços livres e a criação de linhas de passe, para criar desequilíbrio na defesa contraria.

Jogador bola (em penetração)
Jogador central (cobertura ofensiva)
Jogador oposto (mobilidade)
4- Espaço: (Estrutura da equipe): quando uma equipe se encontra no ataque, tem todo o interesse em tornar o jogo mais aberto, com maior amplitude, quer em largura quer em profundidade, criando assim mais espaço para poder criar desequilíbrios na defesa contraria.

Jogador bola (em penetração)
Jogador central (cobertura ofensiva)
Jogadores opostos (amplitude e mobilidade)
A parábola da vaca
Um sábio mestre e seu discípulo andavam pelo interior do país há muitos dias e procuravam um lugar para descansar durante a noite. Avistaram, então, um casebre no alto de uma colina e resolveram pedir abrigo àquela noite. Ao chegarem ao casebre, foram recebidos pelo dono, um senhor maltrapilho e cansado. Ele os convidou a entrar e apresentou sua esposa e seus três filhos.
Durante o jantar, o discípulo percebeu que a comida era escassa até mesmo para somente os quatro membros da família e ficou penalizado com a situação. Olhando para aqueles rostos cansados e subnutridos, perguntou ao dono como eles se sustentavam.
O senhor respondeu:
- Está vendo àquela vaca lá fora? Dela tiramos o leite que consumimos e fazemos queijo. O pouco de leite que sobra, trocamos por outras mercadorias na cidade. Ela é nossa fonte de renda e de vida. Conseguimos viver com o que ela nos fornece.
O discípulo olhou para o mestre que jantava de cabeça baixa e terminou de jantar em silêncio.
Pela manhã, o mestre e seu discípulo levantaram antes que a família acordasse e preparavam-se para ir embora quando o discípulo disse:
- Mestre, como podemos ajudar essa pobre família a sair dessa situação de miséria?
O mestre então falou:
- Quer ajudar essa família? Pegue a vaca deles e empurre precipício abaixo.
O discípulo espantado falou:
- Mas a vaca é a única fonte de renda da família, se a matarmos eles ficarão mais miseráveis e morrerão de fome!
O mestre calmamente repetiu a ordem:
- Pegue a vaca e empurre-a para o precipício.
O discípulo indignado seguiu as ordens do mestre e jogou a vaca precipício abaixo e a matou.
Alguns anos mais tarde, o discípulo ainda sentia remorso pelo que havia feito e decidiu abandonar seu mestre e visitar àquela família.
Voltando a região, avistou de longe a colina onde ficava o casebre, e olhou espantado para uma bela casa que havia em seu lugar.
- De certo, após a morte da vaca, ficaram tão pobres e desesperados que tiveram que vender a propriedade para alguém mais rico. – pensou o discípulo.
Aproximou-se da casa e, entrando pelo portão, viu um criado e lhe perguntou:
- Você sabe para onde foi à família que vivia no casebre que havia aqui?
- Sim, claro! Eles ainda moram aqui, estão ali nos jardins. – disse o criado, apontando para frente da casa.
O discípulo caminhou na direção da casa e pôde ver um senhor altivo, brincando com três jovens bonitos e uma linda mulher. A família que estava ali não lembrava em nada os miseráveis que conhecera tempos atrás.
Quando o senhor avistou o discípulo, reconheceu-o de imediato e o convidou para entrar em sua casa.
O discípulo quis saber como tudo havia mudado tanto desde a última vez que os viu.
O senhor então falou:
- Depois daquela noite que vocês estiveram aqui, nossa vaquinha caiu no precipício e morreu. Como não tínhamos mais nossa fonte de renda e sustento, fomos obrigados a procurar outras formas de sobreviver. Descobrimos muitas outras formas de ganhar dinheiro e desenvolvemos habilidades que nem sabíamos que éramos capazes de fazer.
E continuou:
- Perder aquela vaquinha foi horrível, mas aprendemos a não sermos acomodados e conformados com a situação que estávamos. Às vezes precisamos perder para ganhar mais adiante.
Só então o discípulo entendeu a profundidade do que o seu ex-mestre o havia ordenado fazer.
Procure em sua vida se não há uma vaquinha para empurrar no precipício ou se alguma já caiu e você não percebeu que foi algo bom.
Perder um emprego, acabar um relacionamento e outras tantas outras coisas traumáticas são como marcos em nossas vidas, servem para mostrar que você passou por ali e sobreviveu, ficou melhor e mais forte.
Se sua vida mudou por uma circunstância dessas, agradeça. Mesmo que pareça ruim agora, tudo leva a um caminho melhor, só depende de como você vê.
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
EQUIPE
quando sai a campo para jogar um grupo de pessoas vestindo o mesmo uniforme surge a pergunta: é realmente uma equipe ou simplesmente um conjunto de indivíduos que por casualidade estão do mesmo lado? que condições são necessárias para que exista uma verdadeira equipe? como se constrói uma equipe eficaz? desenvolver equipes exitosas é um desafio único, tanto para treinadores e integrantes de comissão técnica como para os jogadores mesmo. A infinidade de fatores envolvidos faz que sua análise imposta em prática seja de uma riqueza de complexidade extraordinária. As equipes esportivas reúnem indivíduos que tem uma ampla variedade de atitudes, motivações, experiencias, habilidades, talentos, personalidades, necessidades e ainda as demais características.
Então para que autenticamente se gere um espirito de equipe a combinação deve ter a química nescessária para atuar verdadeiramente como uma unidade em coesão, integrando as funções de cada membro de modo que tenham um proposito em comum, que estão convencidos de poder alcançar seus objetivos, que cada membro sinta que tem uma função significativa e valorizada em busca da meta, que se sintam respeitados e que haja um clima de cooperação e apoio reciproco na construção das metas em comum.
Um trabalho de equipe efetivo é frequentemente a diferença entre o exito e o fracasso quando em unidade faz-se o grito de guerra é porque supomos que o que foi criado é algo mais importante que a soma das partes individuais, e que todo é o principal.
e quando essa força de equipe é formada pode ter qualquer obstáculo, qualquer pedra no caminho é removida por que todos integrantes estão protegidos pela equipe, formar equipes é um desafio mas um desafio gratificante quando essa união realmente acontece e hoje tenho certeza que treino não um time, não um grupo eu tiro o chapéu para vocês meninas formaram uma grande
EQUIPE
A ARBITRAGEM NO JOGO DE FUTEBOL

O arbitro tem uma função fundamental no jogo de futebol dele é cobrado que utilize as regras de jogo com imparcialidade e correção é dele a função de proteger a integridade física dos atletas e agir com correção e firmeza, mas será que os árbitros estão fazendo isso?
O arbitro esta utilizando a sua autoridade em muitos casos para própria promoção esquecendo que o principal é o espetáculo, e afirmo que existem árbitros que já entram mal intencionados predispostos a prejudicar uma equipe. Mas deixo claro não são todos. alguns ficam mais olhando o banco de reservas que o jogo (esse pouco importa) querem expulsar sem justificação, neste final de semana aconteceu com minha equipe, o segundo treinador foi expulso de campo e por que? perguntei ao arbitro e ele só me dizia que ele me ofendeu, mas por favor me fala qual foi o problema, e ele nada falava e ainda me ameaçava de expulsão. Mas o pior é que o treinador do outro lado brigava esbravejava e nada de advertência, mas do meu lado não podiamos respirar. ameçou tanto a minha equipe que uma perdeu a cabeça e protestou com nosso amigo arbitro e foi para rua ( com razão ela ofendeu o arbitro) mas o cara ficou jogo todo ameaçando, apitando jogadas que não eram faltas trocando laterais absurdas, cuidando do nosso banco de reservas e o jogo acontecendo e nada dele, no final do jogo absurdos 8 minutos de descontos que ele ja tinha avisa quando faltava ainda 10 minutos para terminar o jogo. não foi um jogo de futebol, foi o jogo do arbitro, que deve ser um novo esporte que eu não gosto de participar.
mas ainda bem que minha equipe fez um jogo de superação e passou por cima dessa dificuldade e fez o improvável que foi de virada vencer um jogo e de goleada mas esse arbitro ( que como bandeirinha ja tinha expulsado dois anos antes um outro componente de comissão técnica do meu time) espero que não apite mais jogos da minha equipe, por que com ele meu time tem que jogar contra o adversário e o arbitro. e digo ele não favorece o adversário, ele é contra mim e minhas equipes, o porque eu não sei gostaria mesmo de saber, por que com esse cidadão existem duas regras a pros adversários e outra para mim, ainda bem que adoto o futebol sem palavrão por que se não ......... espero ser a ultima vez que falo de arbitragem espero que ela seja justa e imparcial que o espetáculo fique a cargo dos atletas que verdadeiramente dão sentido ao jogo.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
FUTEBOL SEM PALAVRÃO

É A NOVA CAMPANHA CHEGA DE IR A JOGOS E VER AQUELE FESTIVAL DE PALAVRÕES.
É UM XINGANDO A MÃE DE UM ALI OUTRO A COLÁ. QUER SABER CHEGA............
NO LUGAR DO CARA.... VAMOS FALAR CARAMBA
DE VEZ DE CHAMAR DE VIA...... VAMOS FALAR AMIGO
DE VEZ DE CHAMAR DE PU...... VAMOS DIZER ASSIM NÃO AMIGO
VAMOS PRATICAR O SEM PALAVRÃO
COM ISSO MAIS CRIANÇAS PODERÃO VER JOGOS MAIS FAMÍLIAS EM CAMPO, E PRATICAREMOS UM ESPORTE MAIS SADIO E RESPEITOSO.
EM VEZ DE CRITICAR, VAMOS ELOGIAR
IR A CAMPO PARA XINGAR NÃO POIS AGORA É SÓ FUTEBOL SEM PALAVRÃO.
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
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